terça-feira, outubro 17, 2006

Na cauda do Algarve...

(Fonte: AMAL, www.amal.pt)
A crua realidade dos números.
Perdemos para a média algarvia em quase tudo. Mas curiosos são os valores referentes ao nº de médicos por mil habitantes (0,6, quatro vezes menos a média algarvia), enquanto nas farmácias temos uma média superior (3 por 10 000 hab., quando a média algarvia é 2,6).
Qualidade de vida...

3 comentários:

ailéh disse...

Boa noite!! Como sempre vim ler os blogs de informaçao sobre o concelho... e deparei com uma situação hilariante... toda a gente comenta a fraude camararia e ninguém comenta estes dados sobre a saude, coitados de nos se adoecermos. Será o executivo da câmara a nos valer?:-))
Isto do estado da saúde e dos seus serviços não é importante importante é quem enganou quem...
achei engraçado.

joaquim santos disse...

Vi a tabela mas o que me assusta até não é os médicos, é outros dados que mostra a nossa evolução e consequentemente a politica no nosso concelho
Reflectindo e se estiver errado que os letrados me corrigem
1 Entre 1991 e 2001 a população cresceu em Silves cerca de 2,8 e no Algarve 15.80 significa que o concelho não consegui atrai quase ninguém em relação ao Algarve.
Significa que o concelho estagnou…
2 Os índices de mortalidade alto e de natalidade baixos e índice de envelhecimento alto não e sinal de fraca regeneração da população ?

Mas o que vão dizer possivelmente e que são dados de 2001, e o normal.

manuel castelo ramos disse...

Concordo, e reparei nesses números. O concelho sofre da sua interioridade e da atracção que o litoral (mais pujante economicamente) sobre ele exerce. Isso explica o envelhecimento e, por arrasto, os índices de mortalidade. Os índices de natalidade baixos também decorrem um pouco daí (os velhotes não costumam ter muitos filhos!!), mas já que a análise é da década de 90, havia outra situação perversa: era a informação disparatada dos registos de que as crianças deveriam ser registadas nas localidades onde nasciam. Aconteceu comigo, em 1990. Tive que protestar junto da Conservatória para registar como silvense um filho que nascera, (por acaso), em Coimbra! Quantos, ainda hoje, dos filhos de silvenses serão registados como portimonenses?
Por isso digo, talvez pensando na velhice a que todos um dia esperamos chegar: preocupa-me ter neste concelho 4 vezes menos médicos do que na média do Algarve e um SAP (serviço de atendimento permanente) na eminência de fechar!