quinta-feira, fevereiro 28, 2008

Can-can silvense

Nada como um bom número de Can-can para animar esta Quaresma.
Directamente da nova sucursal do Moulin Rouge em Silves... (liguem o som)
Nota: Por razões alheias à minha vontade, o serviço Jibjab, agora pago (Abril 2008), só me permite a publicação desta primeira versão, diferente da que publiquei inicialmente. As minhas desculpas ao Eng. Carlos Cabrita, aqui "dobrado" por Mao Tsé-Tung.

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10 comentários:

gabriela r martins disse...

divino!
simplesmente divino
mortalmente divino

genial

posso roubar?
deixa...
prometo que indico a procedência e faço o respectivo link
juro!!!!!!
mesmo!!!!!!!
vá, deixa!!!!!!!!!

um abração

Manuel Ramos disse...

Sem problemas...

Maria Antónia disse...

Passo por aqui diariamente, é um dos meus blogues de eleição.
Que ideia original!
Gostei das piruetas deste Can-Can!
É salutar este humor em tempo de luto (pela educação).

Permita-me um pequeno reparo, a coreografia está bem estudada mas sente-se a falta dos sorrisos da senhora presidente e do seu.

Manuel Ramos disse...

Pois é.
Consciência da grave situação, ou questões de fotogenia...
Não sei!

Luisa Anselmo disse...

Embora, h� muito,o aprecio na actividade politica l�cida, s� hoje deu-me vontade de intervir:
Poeticamente
cancan vai bem
com lama lama
nesta estrada
massa fintando
fintando eterna
e pransenteiramente
atascada sem sonhos nem chama
Grande ideia, Moulin-rouge
enganadoramente
em curvas e contra - curvas
e curvamentos paralizantes
Mas que melhor?
Perd�o:-E...
- Que se lixem!

Joaquim Santos disse...

Ex. Senhores

Adorei, mas fez lembrar o concurso do Herman " com a verdade me enganas" Mastambem o proverbio " é tudo farinha do mesmo saco"

Felicitações,
Joaquim Santos

LMB disse...

Oá menino,td bem. Já há muito qu não te vejo, deescubro-te, agora, neste blogue e, pelo que vi, estás em boa forma.
Abraços, Luís Braga.

Manuel Ramos disse...

Olá Luís. Realmente dançar assim já não é para todos nesta idade!
Um abraço.

Anónimo disse...

Belo par de cuecas.

Tânia Mealha disse...

Vale pela boa disposição, e pelo desportivismo que demonstra, o que muitas vezes deve ser difícil tendo em conta os intervenientes. No fundo, talvez a capacidade de rirmos de nós próprios e não apenas dos outros seja, além de salutar, o que mantém a chama da luta acesa e nos alenta na sua continuidade.
Parabéns ;)