«Se a liberdade significa alguma coisa, será sobretudo o direito de dizer às outras pessoas o que elas não querem ouvir.» George Orwell (1903-1950)
segunda-feira, novembro 16, 2009
sexta-feira, outubro 02, 2009
Política de Verdade ou "prometam só o que podem cumprir"
sábado, setembro 19, 2009
A fructibus eorum cognoscetis eos
Por seu lado, S. Marcos da Serra conheceu um novo Centro de Saúde, mal assinalado pelas Estradas de Portugal na IP1...
E onde era a mui nobre Sociedade Recreativa é agora um moderno Polidesportivo, ainda que fechado (como o teatro em Silves). Está explicado por que é que alguns em S. Marcos se opuseram a esta magnífica obra: eram indivíduos de um só desporto, o das mines!
(o que é duro de passar, é bom de lembrar).
quinta-feira, setembro 03, 2009
Cuidado, silvenses em geral, está aí a campanha eleitoral
(clique na imagem para ampliar)quinta-feira, agosto 27, 2009
Carlos Matos, um resistente

quinta-feira, agosto 20, 2009
Somos parvos ou quê?

sexta-feira, agosto 14, 2009
Então não é ?
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| De Saco dos Desabafos |
Post Scriptum (17.8.2009) - Após a publicação deste post recebi um e-mail da redacção do Get Real que muito apreciei e explica o erro que neste artigo comento. Vejam a nota final de rodapé.
Tradução: Membros do Partido Socialista (PS) e da União Democrata Cristã (CDU), juntamente com alguns membros do Bloco de Esquerda (BE), reuniram-se frente ao Teatro Mascarenhas Gregório em Silves para celebrar o 100º aniversário no dia 24 de Julho e para lamentar que tenha continuado fechado desde os trabalhos de restauro completados em 2005, antes das eleições locais. De acordo com Manuel Castelo Ramos, líder da CDU de Silves: "É uma pena que o teatro permaneça fechado por negligência, falta de planeamento e trabalhos apressados por concluir. É uma vergonha." Lisete Romão, líder do PS local, disse que "desde que foi restaurado, o teatro deteriorou-se por dentro e por fora". O grupo depositou uma coroa de flores na porta do teatro com a inscrição - "Aqui jaz a cultura de Silves"
Fico a saber por esta notícia do Get Real (nome curioso, aliás) três importantes coisas, quiçá úteis pr'a(s) campanha(s) eleitoral que se avizinha(m)?
Vem por este meio pedir desculpe para os erros editoriais que foi publicada na edição acima mencionado. Foi alertado para o seu blogue e venho por este meio pedir desculpe para os erros para qual vamos publicar uma correcção na nossa próxima edição dia 18 de Agosto. Em baixo uma cópia de correcção e eu agredecia se pode me informar até as 11 horas de amanhã se considere que falta qualquer assunto.
Error
A news article published August 4 entitled ‘Silves culture RIP’ contained some errors with regard to a political party and a Silves councillor for which we apologise.
In correction: the CDU stands for Democratic Unity Coalition (Coligação Democrática Unitária) and not Christian Democrat Union (the German political party). The CDU is a coalition between the Portuguese Communist Party (PCP) and the ecological party The Greens (PEV). Manuel Castelo Ramos is not, as reported the “leader of Silves CDU”, but rather an elected councillor, independent but integrated on the CDU list.
Vamos aplicar mais atenção no futuro para melhorar a qualidade de jornalismo e para evitar futuros erros semelhantes.
Peço desculpe tambem para o meu pessimo português.
Atentamente
Fiona Perris
domingo, agosto 02, 2009
Silves - de maior concelho do Algarve ao melhor da Europa
in http://canalsu.blogspot.comsexta-feira, julho 03, 2009
Lagoa dos Salgados, mais uma vez

O Executivo Permanente do PSD neste concelho, irmanado com os seus "companheiros" de Albufeira, continuam de olhos vendados quanto aos sucessivos atentados a este espaço ecologicamente notável. Basta referir que até hoje, e numa sucessão de más notícias que tem uma média trimestral, a CMS nunca emitiu qualquer comunicado manifestando a indignação pelo tratamento que este espaço no concelho de Silves tem tido.
Problemas no Gabinete de Comunicação Social da Presidência ou questões de prioridade?
Aqui fica a notícia completa:
Salt Beach Club afecta Lagoa dos Salgados, denuncia a Almargem
por elisabete rodrigues
Lagoa dos Salgados
As obras de terraplanagem do Salt Beach Club, que irá funcionar durante um mês de Verão na zona da Lagoa dos Salgados (Silves), já se iniciaram, «levando à movimentação de terras, corte de vegetação e perturbação geral do ambiente local», denunciou hoje a Almargem.
TEMAS: Ambiente
O espaço de animação nocturna vai funcionar entre 18 de Julho e 22 de Agosto, à semelhança do Sasha Beach da Praia da Rocha.
A Associação Almargem faz questão de dizer que «nada tem contra a realização de eventos culturais e musicais que possam contribuir para complementar a estadia dos muitos milhares de veraneantes que por esta altura procuram o Algarve».
Mas sublinha «que tais eventos não podem é pôr em causa valores que vão muito para além de algumas noites bem animadas».
A Almargem considera que a Lagoa dos Salgados e a região envolvente (Dunas da Praia Grande, Sapal de Pêra) «já há muito deveria ter sido transformada numa reserva natural, tendo em conta a sua importância, sobretudo, para diversas espécies de aves aquáticas».
«Este é um facto reconhecido internacionalmente, pois são inúmeros os “birdwatchers” que vêm expressamente ao Algarve para observar aves nesta zona», acrescenta a associação.
«Infelizmente, as entidades responsáveis têm vindo a olhar para a Lagoa dos Salgados e Praia Grande apenas como um factor valorizador de um futuro mega-empreendimento turístico que pretende aqui instalar mais um campo de golfe e habitações para cerca de quatro mil pessoas», sublinham ainda os ambientalistas.
«A própria Lagoa possui problemas gravíssimos - poluição da água, alagamento sistemático do campo de golfe já existente há algumas décadas e que foi construído no próprio leito de cheia - o que tem levado a sucessivas intervenções de esvaziamento da lagoa, com consequências dramáticas para a sobrevivência das aves e outros animais ali existentes», frisam.
Enquanto este «projecto insustentável de ocupação urbano-turística da zona da Praia Grande não avança, o abandono, a degradação e a utilização do local para actividades com significativo impacto ambiental, têm constituído uma estratégia consciente, com vista a tentar reduzir ao mínimo os valores naturais existentes», acusam. E «o Salt Beach Club insere-se claramente nessa estratégia», acrescenta a associação.
A terminar, a Almargem apela à Câmara Municipal de Silves e às restantes entidades com jurisdição sobre a zona, «para que reconsiderem, de uma vez por todas, o que querem realmente fazer do futuro da Lagoa dos Salgados, da Praia Grande e do Sapal de Pêra».
«Em vez de mais um falso paraíso de betão, palmeiras e golfe, igual a tantos outros, por que não ter a coragem de transformar esta região num parque ecológico de projecção e reconhecimento internacional?», interroga a mais importante associação de defesa do ambiente do Algarve.
Concluo, citando o Presidente da República durante o discurso de inauguração das obras de "requalificação" do Castelo de Silves:
“É um grande investimento, num concelho que tem sido capaz de criar a sua competitividade turística, com a aposta na cultura e que se tem vindo a afirmar como pólo de atracção cultural de qualidade ambiental”.
Quem sou eu para o desdizer?!
P.S.- E se não bastasse, hoje dia 12 de Julho, é notícia a mortandade de peixes.
quinta-feira, abril 02, 2009
Já perguntaram à IKEA?

sábado, fevereiro 28, 2009
Afinal, somos os primeiros ou o segundos? hein!

quarta-feira, fevereiro 18, 2009
Ou era bruxo...

quinta-feira, outubro 23, 2008
A Vingança é um prato que se come frio...a dois!
Dois anos exactos sobre o seu primeiro romance, "Traição na Trilha do Ouro", também conhecido por "Traição como ela é", eis que o mesmo autor nos brinda com notável papel no filme "A Vingança é um prato que se come frio...a dois!" de um conhecido realizador da nossa praça.quinta-feira, outubro 09, 2008
Parabéns a um amigo
Não é só um amigo pessoal que muito estimo, é um grande amigo de Silves, e por isso se justifica este apontamento de homenagem.segunda-feira, setembro 22, 2008
Ela merece(ía)...não fosse tudo já passado
P.S.(Nota prévia) - Este foi o post que fiz em 22 deste mês. Cá fica, mas com este pré-aviso. Foi tudo um imenso equívoco espalhado à velocidade da luz, aquela em que funciona a Internet. Tudo se passou, ainda assim, mas passaram já alguns anos. Leiam a explicação completa aqui. E aceitem as minhas desculpas, pela desinformação em que participei.O post de hoje, ainda que atrasado, serve para denunciar um dos maiores atentados ao património perpetrados nos últimos tempos, por uma empresa portuguesa, que até é pública, e um dos maiores atentados também à dignidade humana e artística, que mais me repugna por ter Maria Keil como vítima. Logo ela, um exemplo em muitos aspectos. Outro fosse, um daqueles que hoje fazem as vernissages da moda, e as indemnizações jorrariam aos milhões.
Maria Keil (gosta que a tratem apenas por Maria) nasceu na cidade de Silves, em 1914. Partilhou a maior parte da sua vida com o arquitecto Francisco Keil do Amaral, com quem se casou, muito jovem, em 1933. De lá para cá fez milhares de coisas, sobretudo ilustrações, que se podem encontrar em revistas como a “Seara Nova”, livros para adultos e “toneladas” de livros infantis, os de Matilde Rosa Araújo, por exemplo, são em grande quantidade. Está quase a chegar aos 100 anos de idade de uma vida cheia, que nos primeiros tempos teve alguns “sobressaltos”, umas proibições de quadros aqui, uma prisão pela PIDE, ali... as coisas normais para um certo “tipo de pessoas” no tempo do fascismo. Para esta “história”, no entanto, o que interessa são os seus azulejos. São aos milhares, em painéis monumentais, espalhados por variadíssimos locais. Uma das maiores contribuições de Maria Keil para a azulejaria lisboeta, foi exactamente para o Metropolitano de Lisboa. Para fugir ao figurativo, que não era o desejado pelos arquitectos do Metro, a Maria Keil partiu para o apuramento das formas geométricas que conseguiram, pelo uso da cor e génio da artista, quebrar a monotonia cinzenta das galerias de cimento armado das primeiras 19, sim, dezanove estações de Metropolitano. Como o marido estava ligado aos trabalhos de arquitectura das estações e conhecendo a fatal “falta de verba” que se fazia sentir, o Metro lá teve de pagar os azulejos, em grande parte fabricados na famosa fábrica de cerâmica “Viúva Lamego”, mas o trabalho insano da criação e pintura dos painéis... ficou de borla. Exactamente! Maria Keil decidiu oferecer o seu enorme trabalho à cidade de Lisboa e ao seu “jovem” Metropolitano. Finalmente, a história! Recentemente a Metro de Lisboa decidiu remodelar, modernizar, ampliar, etc, várias das estações mais antigas e não foram de modas. Avançaram para as paredes e sem dizer água vai, picaram-nas sem se darem ao trabalho de (antes) retirar os painéis de azulejos, ou ao incómodo de dar uma palavra que fosse à autora dos ditos. A parte “realmente boa” desta (já longa) história é que, ao contrário de quase todos os arquitectos, engenheiros, escultores, pintores e quem quer que seja que veja uma sua obra pública alterada ou destruída sem o seu consentimento, Maria Keil não tem direito a qualquer indemnização. Pergunta-se “porquê? Porque na Metro de Lisboa há juristas muito bons, que descobriram não ser obrigatório pedir nada, nem indemnizar a autora, de forma nenhuma... exactamente porque ela não cobrou um tostão que fosse pela sua obra!!! Este crime silencioso não pode continuar impune. Pior do que o crime em si será o (nosso) silêncio à sua volta. Como tal os abaixo assinados exortam o Conselho de Gerência do Metropolitano de Lisboa a, rapidamente, deligenciar obter os desenhos dos painéis destruídos e mandar executar, à empresa que produziu (a Viúva Lamego) novos painéis. Com todo o respeito, os abaixo assinados.
terça-feira, setembro 16, 2008
Vade retrum
créditos para fototungazunca.blogspot.com/ sábado, agosto 02, 2008
No Reino da Hipocrisia
in "Observatório do Algarve"terça-feira, julho 01, 2008
domingo, junho 29, 2008
Herança Polis
Nesta questão, a da circulação e sua sinalização na cidade de Silves, o Polis ou seja lá quem decide sobre tudo isto, só piorou o que havia.
Largo de Nª Sª dos Mártires
Quem seguir estas indicações, arrisca-se a não chegar a nenhum dos destinos indicados (sentido proibido 500 metros adiante), e a regressar aonde partiu.
Lampião
E quem estas seguir é induzido a cometer uma ilegalidade (sentido proibido).






