
«Se a liberdade significa alguma coisa, será sobretudo o direito de dizer às outras pessoas o que elas não querem ouvir.» George Orwell (1903-1950)
quinta-feira, junho 08, 2006
Silves, quase no topo da indesejada tabela

domingo, junho 04, 2006
Merecem os parabéns!
sábado, maio 20, 2006
Tá lá, tá lá.....tá lá??!

Não está!
quarta-feira, maio 17, 2006
Viva a Cortiça!

Notícias preocupantes, mas também encorajadoras, quanto ao futuro desta obra-prima da Natureza.
Silves já viveu dela e para ela. Hoje resta uma fábrica de aglomerado negro e um museu; no entanto, Portugal continua sendo ainda o maior produtor e exportador, produzindo cerca de 54% da cortiça transformada que circula por esse mundo. É, por certo, o produto mais nacional entre todas as nossas exportações, embora muitas vezes esquecido, sobretudo no que se refere ao investimento em I&D. Mesmo assim, há quem faça militância pelo sobreiro e este seu produto, por paixão e crença nas suas modernas potencialidades e virtualidades, nomedamente "ecófilas" (passo o neologismo). É o caso do investigador Luís Gil, do Ineti (Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação) que tem dedicado a sua vida à promoção e divulgação deste nosso "ouro negro". Aqui fica um link para uma notícia que importa divulgar: as potencialidades da cortiça no combate à poluição e à pior das pragas - o cancro.
- em inglês, pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF) e referida no artigo da Lusa/Barlavento
- em português, também pelo WWF sobre a situação do montado português
A LER...e a passar!
P.S.- Não resisto a vos contar uma pequena história com o Eng. Luís Gil. Na Expo de Hannover 2000 fomos ambos convidados pelo Pavilhão de Portugal para falar sobre cortiça. Eu, sobre o recém-criado museu da cortiça da Fábrica do Inglês; Luís Gil sobre as aplicações deste produto, amplamente demonstradas pelo próprio revestimento de aglomerado negro de Silves do Pavilhão de Portugal, o único sem ar condicionado. Luís Gil, autor e proprietário de várias patentes relacionadas com a utilização da cortiça, a dada altura da sua apresentação surpreende a plateia, pelo menos a mim, que nunca mais esqueci o momento nem o paro de transmitir, quando alvitrou: se a Mercedes, marca alemã, fosse portuguesa, há muito tempo que os tabliers e as manetes de mudanças destes carros seriam em cortiça. E porquê? Porque é um material bonito, macio e, sobretudo, porque nos pouparia o terrível sacrifício de lhes tocar, fosse no escaldante Verão ou no gelado Inverno.
Tá tudo dito!
sábado, maio 13, 2006
Tribunas livres...
2/13 avos sem Bandeira Azul

domingo, abril 30, 2006
A devida homenagem
Fez-se hoje, 30 de Abril, véspera do 1º de Maio, Dia Internacional do Trabalho e dos Trabalhadores, uma primeira homenagem pública à figura do silvense José Rodrigues Vitoriano, recentemente falecido. Foi, seguramente, o silvense com maior currículo político do séc. XX, uma destacada figura da luta pela liberdade, o que lhe valeu sofrer da falta dela (17 anos nos cárceres salazaristas). Camponês, escolhedor de rolhas, presidente do sindicato nacional dos corticeiros em Silves, membro do Comité Central do PCP, deputado e vice-presidente da Assembleia da República, entre 1976 e 1987. Um longo percurso de vida, um "operário construído", como o apelidou Maria João Raminhos Duarte que lhe fez uma rigorosa e detalhada biografia histórico/política nesta sessão pública. Muito concorrida (cerca de 150 pessoas), é preciso dizer quando é tão frequente ver acontecimentos públicos "às moscas", por silvenses residentes ou emigrados e outros amigos,
que neste dia fizeram questão de estar presentes. Falou ainda Margarida Tengarrinha, num registo mais emocional e pessoal, lembrando o velho amigo e camarada de partido. Apresentei eu, uma entrevista/filme que realizara com Vitoriano em 1999 quando instalava o Museu da Cortiça de Silves; Sandro William Junqueira, emocionou o público, com a sua interpretação do poema de Vinícius de Moraes, "O Operário em Construção", uma belíssima escolha; Carlos Vitoriano agradeceu, sensibilizado, a homenagem feita a seu pai. Mário Godinho, presidente da Junta de Freguesia, a entidade organizadora, fechou a sessão com a leitura de uma mensagem do senhor Governador Civil. Durante a cerimónia foi ainda lançada uma publicação sobre José Vitoriano, da autoria de Maria João Duarte. quinta-feira, abril 20, 2006
A concurso...

Não é assim que Silves se tornará uma referência turístico-cultural!
segunda-feira, abril 17, 2006
terça-feira, abril 11, 2006
Reciclagem "à Polis" III

terça-feira, abril 04, 2006
Um pedacinho de história

Tendo como fundo a Rua Cândido dos Reis e o edifício, agora demolido, da velha escola industrial (P.S.- Corrijo, trata-se ainda da Rua Dr. Francisco Vieira e o edifício, embora algo parecido, não é o da velha escola industrial, mas outro, também com interesse arquitectónico, e que se encontra frente ao actual Museu Municipal de Arqueologia), uma foto de um grupo de ilustres alunos de Esperanto cerca de 1941.
(Arquivo Particular de Carlos José Alves Vitoriano)
da esq. para direita:
Eugénio Neto, António Sequeira Guerreiro, Amílcar Coelho, José Vitoriano, Pedro Miguel Duarte e Rui Alves
Um pedacinho de passado que desaparece...

Tantas histórias guardava este edifício por contar!
sexta-feira, março 31, 2006
Reciclagem "à Polis" II

quinta-feira, março 30, 2006
Pela Saúde...em Silves
Participe na vigília prevista para quinta-feira, dia 30 de Março (21.00), junto ao Centro de Saúde de Silves. Contra o encerramento do SAP entre as 0h/8h, pela melhoria dos cuidados ali prestados, enfim, pela sua saúde. Invocar (como o faz a ARS) razões de qualidade de atendimento para deslocar serviços já instalados, não é argumento. Para isso, a solução é melhorá-los, é essa a sua responsabilidade; não é fechá-los.
segunda-feira, março 27, 2006
Pelo Arade!

As minhas desculpas, por esta alteração que, infelizmente, já não pode abranger os assinantes fundadores, a não ser que entendam enviar-me esses dados (castelo58@gmail.com ) juntamente com o nome constante da petição para que eu, quando os imprimir e enviar às autoridades (Governo, Presidente e Assembleia da República, CCDRAlgarve e Instituto dos Portos e Transportes Marítimos) já os tenha introduzido manualmente. Finalmente, quem quiser assinar e não tiver endereço de mail, poderá fazê-lo na mesma usando um de um amigo. O que realmente interessa são o nome e os dados do B.I..
terça-feira, março 21, 2006
Muro da Vergonha

quarta-feira, março 08, 2006
Em Dia da Mulher
sábado, fevereiro 25, 2006
terça-feira, fevereiro 21, 2006
Sem comentários...
domingo, fevereiro 19, 2006
É bom lembrar...
A propósito do eventual encerramento do SAP (Serviço de Atendimento Permanente) do Centro de Saúde de Silves e contrariando o mais invocado argumento dos serviços oficiais de saúde, os melhores e mais eficientes cuidados que podem ser prestados em Portimão (?), é bom lembrar o seguinte e fazer a pergunta: domingo, fevereiro 05, 2006
Será a poda um crime?
Isto é o que resta dos plátanos (p.s.- afinal parece que são choupos) à saída de Alcantarilha para Armação de Pêra. Será que esta gente saberá o que está realmente a fazer? Há podas e podas... e esta parece demasiado radical, salvo melhor opinião. O que é certo, e bom sinal dos tempos, é também serem cada vez mais estes assuntos motivo de tratamento mediático e por consequência de movimentos da insatisfação popular (refiro-me à notícia lida no Barlavento on-line). sexta-feira, fevereiro 03, 2006
Morreu José Vitoriano
Morreu hoje o silvense José Vitoriano (veja-se notícia e biografia no site do PCP ou no Barlavento-on-line). 88 anos de uma vida cheia de combates pela liberdade, antes e depois do 25 de Abril, 17 dos quais passados nas prisões da PIDE. segunda-feira, janeiro 30, 2006
terça-feira, janeiro 17, 2006
Reciclagem "à Polis"
Incúria
O que é algum fuminho tóxico proveniente de uma queimada ao ar livre comparado com meio contentor de tóxico e corrosivo “Isophorone Diamine”? Deixado ao Deus dará, ao dispor da curiosidade de qualquer criança que por ali passe... (quem souber inglês e quiser conhecer melhor o teor deste caldinho, clique aqui).
Problemas de conservação II
Problemas de conservação I
A senhora presidente achará, mas nós...!
domingo, janeiro 15, 2006
Tesouros escondidos

segunda-feira, janeiro 09, 2006
Porque também sou professor...

segunda-feira, janeiro 02, 2006
Feliz 2006!
sábado, dezembro 17, 2005
CELAS ganha acção judicial contra a Câmara

terça-feira, dezembro 06, 2005
As inaugurações apressadas costumam sair caro...

sexta-feira, dezembro 02, 2005
Dissonâncias...

Numa rua (Cândido dos Reis) que há alguns anos poderia ter sido classificada enquanto conjunto arquitectónico de valor concelhio crescem como cogumelos as dissonâncias que a irão conduzir à descaracterização total. À revelia de todos nós, com o beneplácito de todos nós.
terça-feira, novembro 29, 2005
Polis por mais dois anos...

sexta-feira, novembro 25, 2005
Panfleto ou Jornal?-II Parte

Se dúvidas tínhamos quanto a isso, foram agora desfeitas.
Como alguns por certo se aperceberam (com certeza não foram os 14 000 que o srº Ligne diz lerem a coisa!!, que tem como tiragem 3000 exemplares!!, dos quais são devolvidos provavelmente número aproximado), na edição nº 359 de 20.10.2005, a Voz de Silves, na pessoa do seu director, resolveu dar honras de 1ª e 2ª páginas à minha pessoa e ao blogue que subscrevo. A inspiração teria sido o texto que escrevi a propósito do critério redactorial desse quinzenário em vésperas de eleições (clique para ler), e que enviei para a redacção, dando dele conhecimento e pedindo a sua publicação na rubrica "Correio do Leitor". É claro que fui censurado, pois o director dessa dita, e cito, "tribuna livre", impôs condições inadmissíveis que não aceitei (clique para ler a resposta de Arthur Ligne ao meu pedido de publicação, designadamente o último parágrafo). No artigo do senhor Ligne que motivou o meu posterior pedido de rectificação/resposta, e sem nunca mencionar o meu nome ou o do blogue sobre o qual escrevia (o que do ponto de vista jornalístico é, desde logo, "exemplar"), caracterizou-me profusamente com alguns adjectivos, muito habituais na sua escrita, que auto-intitula de "jornalística". O texto em causa mereceu da minha parte, como seria de esperar, e conforme prevê a lei de imprensa, a merecida réplica, enviada por carta com aviso de recepção assinado no dia 3 de Novembro corrente. Não obtive resposta alguma, ao contrário do que o srº Ligne diz ser a sua prática corrente, nem vi publicado o meu texto nas duas últimas edições da Voz de Silves. Pior, ao invés de respeitar o direito legal de resposta previsto na lei ( o que desde já será alvo de queixa à Alta Autoridade para a Comunicação Social e ao tribunal competente), prevarica segunda vez quando utiliza agora a página central da coisa nº 359 de 22 do corrente para vir novamente à liça com mais insinuações, misturando-me com cartas anónimas e ameaças de morte (será mesmo assim??) quando o que até agora fiz, foi escrever num blogue cuja autoria não é anónima e remeter uma carta, assinada pelo remetente e com aviso de recepção, à qual não faz qualquer referência no seu texto, mas que deixo aqui aos leitores já que o srº Ligne dela se esqueceu (clique para ler).
Fico hoje por aqui. Mas a novela vai ter continuação...
quarta-feira, novembro 16, 2005
74 dias depois
segunda-feira, novembro 14, 2005
Mais uma herança desbaratada

segunda-feira, outubro 31, 2005
Sede de Candidatura

Uma tradição em vias de extinção
quarta-feira, outubro 26, 2005
quinta-feira, outubro 20, 2005
quarta-feira, outubro 19, 2005
Lixo biológico

A cor também é cultura
sábado, outubro 15, 2005
Vão demolir a Cruz de Portugal!

Ainda o Polis...
Vejam em Região Sul (21.06.2002).
quarta-feira, outubro 12, 2005
Countdown

Mas não é bem assim... Para um plano que estava perfeito, o melhor inter pares (parafraseando a senhora presidente) quando foi apresentado a concurso, demorou na sua implementação. Foram precisos quase dois anos para aquecer os motores, para se iniciarem adjudicações e obras. Resultado: está tudo a acontecer ao mesmo tempo, com graves prejuízos para o funcionamento urbano e para o dia-a-dia dos silvenses. Mais, nem tudo está a acontecer, nem tudo vai parar de acontecer depois de Dezembro de 2005, mesmo que o relógio Polis não conheça os números negativos. Vejamos...
Das obras enunciadas, muitas foram pura e simplemente enfiadas na gaveta e socorro-me do Plano Estratégico publicado pelo Programa Polis: a musealização da Arrochela (Silves vai ter espaço de musealização arqueológica. Isabel Soares, Executiva da Câmara Municipal de Silves refere que "foi mandado executar um projecto de musealização desse espaço em Arrochela", passando Silves a contar, em breve, com um novo espaço de musealização arqueológica. in Região Sul, 27 de Setembro de 1999), Casa da Música (seria para a Filarmónica ou seria a que fizeram no Porto?), remodelação do Mercado Municipal, recuperação do Moínho Valentim e percurso pedonal até ele, dessasoreamento do rio e criação de área de estada na margem esquerda, campo de jogos e pista de atletismo, aquisição do Palácio Grade (Viscondes de Lagoa), criação de duas novas acessibilidades a norte da cidade. Nada disto foi feito, nada disto parece vir a ser concretizado a breve prazo. Mas vejamos outras que, embora começadas, não terão concretização nos próximos três meses, nem nada que se pareça: a reabilitação urbana do centro histórico está ainda numa primeira fase (modernização das redes de subsolo e eliminação de redes aéreas, sem garantia do desaparecimento das feias antenas televisivas); o arranjo interior do castelo e a musealização das suas torres (a que aludimos em post anterior) é coisa para mais de um ano, quando poderia ter começado logo de início; o Teatro Gregório Mascarenhas, já inaugurado com pompa e circunstância, continua em obras e sem plano estratégico, director ou programação conhecida; o Jardim Cancela de Abreu, não incluído no Polis nem em obras complementares, continua ao abandono, embora em vésperas de eleições, em reacção a uma faixa ali colocada e a um post aqui realizado, tenha surgido espalhado pelos cafés locais um esquisso, tão velhinho quanto a obra do ex-matadouro (para quem sabe), do arquitecto Alegria, e que fala num prazo de execução de 9 meses!
segunda-feira, outubro 10, 2005
Raínha por mais 4 anos!

sábado, outubro 08, 2005
Por agora chega!
sexta-feira, outubro 07, 2005
Panfleto ou Jornal?

Poderia ser uma qualquer pergunta feita nesses concursos televisivos que por aí andam. A resposta correcta, na minha opinião, seria a primeira hipótese. Passo a explicar.
1º - O director desta publicação é concomitantemente Chefe de Gabinete de Imprensa da Câmara Municipal de Silves (por interposta pessoa, na prática, todos o sabemos). Ali regularmente publica, seja em seu nome próprio, seja na qualidade atrás referida, numa promiscuidade baralhante;
2º - Qualquer situação que do ponto de vista crítico incomode a C.M.S. tem imediata resposta crítica na Voz de Silves, não em um qualquer comunicado com origem municipal (embora o autor seja o mesmo, sempre se salvavam aparências);
3º - Finalmente, e só para abreviar, faça-se a análise do último número, saído a 5 de Outubro, sobretudo a nível do conteúdo redactorial:
-Primeira página - Grande destaque para as sondagens(?) realizadas pelo jornal Barlavento que davam a vitória a Isabel Soares e à CDU um valor rídiculo de 5%. Apesar de o autor colocar em dúvida estes valores ao longo do artigo, a manchete ali está. É o que a maioria irá ver e ler! Outros destaques na primeira página: "São Bartolomeu de Messines a sede de concelho? Pois então!" e "Matadouro de Silves merecia outra preservação", e a colocação do Padre Carlos Aquino em Silves. Sobre esta última, nada a dizer. É realmente notícia. Agora a do matadouro, onde se dizem tantos disparates, revelando-se tanto desconhecimento do que realmente se passa e passou, é confrangedor ter honras de destaque. Mas o que realmente me intrigou foi o trabalho sobre Messines. Algo datado (2003), é agora repescado e ganha honras de destaque na primeira e numa das páginas centrais. Li-o atentamente. Muitos encómios a Messines e ao seu povo trabalhador, hospitaleiro e por aí adiante de adjectivos bonitos. Na parte final um utópico apelo que já há algum tempo não ouvíamos (nem nos programas eleitorais de nenhum dos candidatos à junta de Freguesia), considerando os tempos que correm e a situação real da vila (desprezada e abandonada por esta gestão PSD na câmara e na freguesia): «São Bartolomeu de Messines merece ser sede de um novo concelho!» .















